Passatempo "Viagens Contadas" da Revista Fugas do Público. Envie-nos um pequeno texto (cerca de 400 caracteres) sobre a grande viagem que nunca fez e que sonha fazer um dia.
O meu prémio chegou hoje a casa :)

Sonho desde criança com o avesso da regra, o escarolado da nódoa, a relação impossível, os lugares inacessíveis, sonho com o inatingível. Tinha 6 anos quando ouvi a palavra antípoda. "Como? Do outro lado do mundo." Foi quanto bastou. "Se é aí, é lá que eu quero ir!" Hoje, 21 anos depois, a proeminência esférica do mundo emagreceu. Inacessíveis só talvez os buracos negros. Porém, a Nova Zelândia, ex Aotearoa, teima em ser antípoda, um canto que me reclama e seduz.
1 comentários:
Foi a primeira vez que vi as turbulências da alma fotografadas.
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